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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Quem são os Jihadistas Britânicos?







A BBC tem uma base de dados com certa de 270 Jihadistas. Muitos Já morreram outros muitos não lhes é conhecido a cara e ainda outros estão neste momento presos.

Estes são os rostos daqueles causaram o medo.






A Base de dados pode ser consultada aqui http://www.bbc.co.uk/news/uk-32026985







quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Os que sofrem em silêncio

  












  Todos os dias ouvimos notícias sobre bombardeamos na Síria, mas pouca coisa. Apenas ligados a ‘’Reportagens Exclusivas’’ das inúmeras cadeias televisivas mundiais, só falamos a sério sobre os atentados de Paris na passada semana.
 Pouco, muito pouco, se sabe sobre a população que todos os dias morrer violentamente em Raqqa e outros locais no Médio Oriente, que diariamente sofrem com o Estado de Islamico. Não falamos de 50 ou de 200 pessoas mas sim de milhares que perderam a vida nesta sanguinária disputa.
   Milhares de Sírios morrem em silêncio sem que ninguém lhe dê voz, e que honre a sua vida. Ninguém fazem justiça por eles. Quando falo de uma “justiça”, nem defendo que para acabar com esta guerra será necessário outra guerra, e mais outra, até que alguém ceda, seria o mesmo que combater o fogo com mais fogo, não levaria a lugar algum, apenas mais sangue derramado. Falo em medidas fortes, que permitam a protecção a quem lá no meio, inocentemente, está inserida, e perde a vida a cada disparo, a cada ataque aéreo.  
   Os Europeus e Americanos, falando por Portugal, que apelidam a inocentes anónimos, terroristas. Não vi ninguém a hastear a bandeira Síria ou Iraquiana, ou a ‘’rezar’’ por estas quem mais sofre com a partida violenta de familiares e amigos. Precisamos de nos fazer ouvir, e acima de tudo, temos que dar a voz por aqueles que não têm forma de o fazer. Está na altura de nos tornarmos mais conscientes, que existem mais vítimas desta “guerra”. Os franceses, os Russos, e principalmente Sírios e Iraquianos, que são tão humanos quanto os outros.



sábado, 14 de novembro de 2015

Porque rezar e não lutar?

   

      Ao que parece, de um momento para o outro, a Islamofobia tornou-se uma moda social, e conta com  um universo de seguidores por todo o mundo. Não podemos julgar ninguém, porque no fundo essa intolerância deve-se ao medo do desconhecido
   Quantas pessoas não observamos, todos os dias, com as suas ideias racistas e não tolerantes?
    Ao que parece, de um momento para o outro, a Islamofobia tornou-se uma moda social, e conta com  um universo de seguidores por todo o mundo. Não podemos julgar ninguém, porque no fundo essa intolerância deve-se ao medo do desconhecido. Acreditam-se em informações de boca para boca sem que alguma vez verificassem, realmente, as verdadeiras fontes.
   Contudo é inacreditável que jovens, supondo que com tantos recursos a que temos acesso, sejam apologistas de uma não-aceitação de refugiados, acusando-os de terroristas, quando nunca ponderaram o motivo que leva os milhares de refugiados a fugir.      Procura de dinheiro? Trabalho? Sacrificando a própria vida em transporte pouco ou nada seguro? E até mesmo tráfico?
Isto é muito mais que o ISIS está a proporcionar ao mundo inteiro. Isto é o princípio do fim de uma comunidade mundial tolerante e aberta. É um retrocesso da sociedade. Isto lembra-me, um pouco, as lutas que no nosso passado existiu, para conseguirmos o direito ao sufrágio das mulheres, ou até mesmo o assumir a homossexualidade por inúmeros cidadãos. Como? Pergunto como é que podemos viver numa sociedade aberta e tolerante que no fundo não tolera a vinda de pessoas fugidas da guerra, da destruição e do ódio?
   Num mundo de tantas questões, duvidas, medos e intolerâncias, eu preciso de respostas sérias, principalmente a questões religiosas. Porque deveremos rezar? Porque não lutar? Não foi o fanatismo religioso, e uma adoração levada aos extremos. a causadora destes desastres humanitários?






domingo, 8 de novembro de 2015

Cursos como emprego de futuro?




    Os cursos financiados e remunerados do IEFP não são novidade, já são de conhecimento geral há algum tempo. Com eles vieram, também, ajudas com os subsídios do transporte, bolsas de formação e os subsídios de refeição. O intuito é instruir os desempregados com menor escolaridade. Criaram também dependentes, que desde então, não encontram emprego e que vivem dos valores atribuídos em diversas formações, chegando a valores de aproximadamente 200€/mês, em cursos de 100, 150, 200, 250, e 300 horas de formação, que em grande parte chega a valores superiores aos do RSI.

   Esse grupo de pessoas deixou de procurar emprego para se matricular em cursos longos, tendo todos os meses um valor fixo como rendimento.  De terapeutas, jornalistas, veterinários, enfermeiros, esteticista, gestores, politólogos, historiadores, cabeleireiros, e afins, a realizarem cursos de apoio à infância, gestão de redes, design, contabilidade e inglês. Não para obterem mais conhecimentos, mas para compensarem os valores miseráveis do subsídio de desemprego, que há muito perderam, ou do RSI que não chega para nada, face aos custos diárias.
    Nestes cursos frequentam pessoas das mais diversas habilitações e classes. E todos a procura de algo que ajude numa altura em que ainda soluções para o desemprego.
Deveremos nós começar a acrescentar no curriculum que somos profissionais na realização de cursos desde então?